quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Melhor da semana: Maicon

A partir de hoje, o blog terá um novo tópico chamado "Melhor da semana"
Este é top da semana:

1º- Maicon
2º- Fernando
3º- João Moutinho
4º- James Rodriguez
5º- Lucho González

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Pedro Proença árbitro do clássico

Notícia Bola Branca(RR) - Não Oficial

Pronto. . . a liga quer já acabar com o jogo e a dar a vitoria ao benfica.
Sinceramente em que campeonato é que se lembram de por um árbitro sócio de uma das equipas no jogo mais importante do ano??? Esta m**** só em Portugal. . .
Mas mesmo com este ladrão, nós vamos vencer e vamos ser campeões!!
Força Porto!! Mostrem garra e nunca tenham medo!!!
Inspirem-se nesta foto:

SOMOS PORTO!!!

Maicon: a evolução em pessoa

É o segundo defesa do FC Porto mais poderoso fisicamente (1,90 metros e 74 kg), mas não é por isso que Maicon se tornou indiscutível, quase três anos depois de ter chegado para ocupar a sombra de Bruno Alves e Rolando. A grande força do brasileiro está na cabeça. A dedicação, o empenho diário e a obessão por melhorar não lhe permitem sequer um sorriso quando está a treinar. "É muito sério no trabalho e não admite brincadeiras. Talvez por isso nunca tenha sido muito próximo dele. Recordo-me de uma pessoa muito obcecada em crescer", recorda Felipe Lopes, ex-colega no Nacional e primeiro parceiro em Portugal.
Na Madeira, Maicon não fez muitos amigos. O feitio introvertido atrasou a adaptação. João Aurélio foi, por ventura, aquele que mais se conseguiu aproximar dele e um dos poucos com o qual mantém contacto regular. "Concordo com o Felipe. É muito sério e treina sempre no máximo. Não gosta de quem não faz o mesmo que ele. Até nos exercícios simples de velocidade recusava brincar! Havia um grande despique entre nós, mas ele ganhava quase sempre", conta.
Maicon tem sete vidas e "nunca desiste", garante João Aurélio. Talvez por isso tenha superado um ano no FC Porto praticamente sem jogar e a rejeição a meio da temporada passada em favor de Otamendi. Este ano já foi quarta opção e só os problemas de Fucile e Sapunaru lhe valeram o regresso à equipa, como lateral-direito. A permanência no posto foi explicada por Vítor Pereira pela "grande atitude e exigência máxima" que lhe assegurava.
Maicon é mesmo muito persistente, garantem os ex-colegas. "E tem uma capacidade de superação enorme. Psicologicamente não foi feito para se deixar abalar. Por isso não me surpreende que ao fim de tanto tempo tenha conquistado o lugar de titular. E eu aprovo. É uma mais-valia", sublinha Felipe Lopes, agora no Wolfsburgo, da Alemanha. "Teve alguns maus jogos como lateral, mas não se deixou abalar e agora já é elogiado por isso. Só prova a força mental de que eu já falei", reforça o também defesa-central.
Maicon somou, entre 5 de novembro e 16 de fevereiro, 16 jogos consecutivos como titular. O anterior recorde eram nove.
A direita não foi sacrifício
Depois de o ter visto jogar a lateral-direito, João Aurélio não resistiu a provocar Maicon no Facebook. "Ainda vais seguir os meus passos", brincou, em alusão ao facto de também ele ter sido adaptado anteriormente. "Faço tudo pela equipa. Você sabe como eu sou", respondeu Maicon. E sabe mesmo. "Ele não encarou a adaptação como um sacrifício, mas antes como uma oportunidade para ganhar um lugar. E assim foi", aponta, garantindo porém que "é como central que vai dar cartas", pois para ser um excelente lateral "precisa de rotinas que demoram tempo a ganhar".
in ojogo

Ganso - "Quem não gostaria de jogar no FC Porto?"


O nome de Paulo Henrique Ganso foi um dos apontados ao FC Porto no mercado de transferências de inverno. Gorada essa mudança, contudo, o brasileiro do Santos não fecha a porta a uma eventual ingressão no plantel azul e branco. "Sei que o FC Porto é um grande clube... E quem não gostaria de representar um grande clube? Quem sabe se no futuro isso não acontecerá. Mas, por agora, o meu pensamento está apenas em jogar futebol, não só na seleção brasileira, como também no Santos", afirmou o jogador, em declarações ao jornal O Jogo.
O Santos, na altura, brincou com a proposta do FC Porto, que considerou "cómica" e o esquerdino revela agora que os azuis e brancos propuseram oito milhões de euros ao emblema brasileiro: "Soube do interesse do FC Porto e sei que chegaram mesmo a fazer uma proposta ao Santos, que foi recusada. Mas, confesso, não sei muito mais para além disso. Agora estou um pouco por fora desse assunto e só penso em jogador futebol", relativizou o jogador, assumindo que ainda mantém contacto com Danilo, seu ex-companheiro no Santos e reforço do FC Porto.
"Ele só me diz coisas boas destes primeiros tempos em Portugal. O Danilo está a gostar muito, apesar de ter tido a infelicidade de se lesionar. Ele é um superjogador. É muito bom e tem tudo para melhorar ainda mais em Portugal. Foi uma pena a lesão dele, mas não tenho dúvidas de que quando voltar vai mostrar a sua qualidade", elogiou Ganso, deixando ainda palavras positivas sobre Alex Sandro, que considera um "excelente jogador" com "um pé esquerdo fantástico e um remate muito, muito bom".

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Lendas: Hernâni

Foi um dos mais famosos jogadores de futebol da História do Futebol Clube do Porto. Em 277 jogos para o Campeonato Nacional da 1ª Divisão, marcou 136 golos, alguns deles a revelar a arte e a superior capacidade com que driblava em velocidade, sempre em direcção à baliza.
Interior direito, no começo, armador de jogo na segunda parte da sua carreira, exímio nos passes certos, Hernâni jogava com a «inteligência toda».
Num Académica-Porto, em 1956/57, marcou um dos mais belos golos do seu historial. Apoderara-se da bola, ainda no meio campo portista, ultrapassa os médios da Académica, sempre em alta velocidade, saem-lhe os defesas a caminho, também eles a falhar nos argumentos...
Ramin vê o perigo, sai da baliza, mas quando dá o segundo passo, Hernâni, descaído sobre a esquerda, remata forte, com a parte de fora do pé direito, ainda fora da área, e coloca-lhe a bola no fundo da baliza.
Na bancada central estava o saudoso médico da Mealhada, Dr. Dias dos Santos, um fervoroso adepto academista. Ao ver a facilidade e a velocidade com que Hernâni se aproximava da baliza da sua Académica, levanta-se aos gritos: «Querem ver que o cavalo mete golo, querem ver que o cavalo mete golo!»
E é que meteu mesmo.
O próprio Hernâni considerou-o um dos golos mais bonitos do seu historial de jogador.
Essa facilidade com que driblava, em zig-zagues curtos e em velocidade, foi um dia realçada por Alves dos Santos no seu programa televisivo «Domingo Desportivo».
Disse Alves dos Santos aos «Senhores telespectadores» que reparassem na magistral jogada de Hernâni a construir e depois a oferecer o golo, quase feito, ao seu colega António Teixeira.
Foi no Barreiro. Hernâni em jogada semelhante a do Académica-Porto, também ele partiu uns metros à frente da sua área, foi driblando um a um, todos quantos encontrou, quase sempre em linha recta, e já dentro da área adversária, toca a bola para Teixeira que seguia à sua direita para fazer o golo.
Poucos meses antes de morrer Hernâni ouviu de um amigo e fidelíssimo dragão palavras de grande elogio. Hernâni ouviu a recordação de alguns dos seus melhores golos.
Orgulhoso (para quê a falsa modéstia?) Hernâni rematou:
-Sabe, até Eusébio tinha grande admiração por mim, tratava-me por «Sr. Hernâni».
(Eusébio estava no princípio do seu reinado, quando o jogador portista preparava a sua despedida do Futebol).
Hernâni vivia desafogadamente quando a morte o levou, a 5 de Abril de 2001.
Inteligente na arte do futebol, inteligente na sua conduta como homem, como industrial, como comerciante.
Teve sempre os seus magníficos pés no presente, e os olhos bem abertos no futuro.

Lendas: Mário Jardel

Jardel era uma máquina goleadora, uma animal de área, ali, entre os defesas adversários, estava no seu habitat natural, podia dar largas ao seu instinto predador e marcar golos, marcar muitos golos.Quem o viu jogar no FC Porto e no Sporting não esquece. Será o melhor avançado de sempre a jogar em Portugal? Os números falam por si. No FC Porto em 175 jogos apontou 168 golos o que lhe vale uma média de 0,96 golos por jogo. Impressionante? Em Alvalade foi mais longe, superando essa marca ao festejar 67 golos em 62 encontros atingindo uma média de 1,08 golos por jogo. Os números são claros e falam por si.
Olhando a carreira do Supermário, é incontornável que esta está marcada pelos números. Em 2011, após 21 anos de carreira já tinha vestido a camisola de 21 clube diferente. Em sua defesa pode-se argumentar que em certos clubes só vestiu a camisola no dia da apresentação.
Jogou na Europa, na América, na Ásia e até na longínqua Oceânia. A vida de Mário Jardel Almeida Ribeiro deu muitas voltas, mas tudo começou na tropical Fortaleza, a 18 de setembro de 1973. Ali cresceu até aos 1,88 centímetros de altura. Ali deu os primeiros passos e os primeiros pontapés na bola.
Voar como Jardel
 
Começou a jogar num clube local, o Ferroviário, onde fez o trajeto das camadas jovens. Depois de se tornar profissional, deu nas vistas e foi chamado para o Rio de Janeiro, onde assinou pelo Vasco da Gama, num prenúncio da sua futura passagem por terras lusas...
Seguiu-se o Grêmio de Porto Alegre, onde o treinador Felipe Scolari montou uma equipa à sua imagem. Paulo Nunes - que haveria de jogar no Benfica - assistia, Jardel faturava. 67 golos em 73 jogos e o canto da sereia do futebol europeu chamava por Jardel.
A próxima paragem foi a cidade do Porto, onde Supermário foi imensamente feliz. Golos, mais golos, de todos os lados, de todas as maneiras, de todos os feitios. Nas alturas então era imbatível. Parecia adivinhar a trajetória de cada bola ao milímetro.
De tal forma os seus golos assombravam que servia de inspiração para uma letra que Carlos Tê escreveu e Rui Veloso cantou, sobre «voar como Jardel sobre os centrais»...
Num jogo da Taça contra o Juventude de Évora apontou sete golos num só jogo, feito que até aí só tinha sido atingido pelo sportinguista Yazalde. Mas Jardel fê-lo apenas em 45 minutos, os 45 minutos do segundo tempo, enquanto o Chirola precisara de um jogo inteiro para marcar outros sete ao Barreirense.
Passagem por Alvalade e sociedade com JVP
 
No Sporting os números continuaram a falar por si. Chegou para jogar na 5ª Jornada e acabou o campeonato com 42 golos. Foi Bota de Ouro do futebol europeu (pela 2ª vez!) e firmou uma das sociedades mais famosas do Reino do Leão com João Vieira Pinto (JVP).
O pequeno avançado português considerava-se o «pai» de Jardel, pelo número de assistências que tinha efetuado, Jardel sorria e o Major Valentim Loureiro brincava que então seria caso para dizer que era ele o avô do avançado brasileiro, dado que durante estes anos todos tinha sido mais do que um pai para JVP.
Parentescos à parte, Jardel marcava muito e festejava levantando a t-shirt com uma intrigante questão «porque será?», numa das mais brilhantes jogadas de marketing usadas até hoje no futebol português.
Depois do céu, o inferno...
 
Jardel cumpriu 6 épocas no futebol português e foi 5 vezes o melhor marcador. E só não foi 6 porque em 2002/03 não era o Jardel que cá estava... talvez fosse o Mário. O Mário resolveu brincar com a vida. Dizem que cedeu aos vícios. E a partir daí perdeu uma carreira. O Mário nunca mais foi Jardel.
Desde os tempos no Grêmio, com Luiz Felipe Scolari, até ao Sporting de Boloni, os sistemas tácticos eram construídos com o objectivo de o servir. Resultava. Entre a saída do FC Porto e o regresso a Portugal via Sporting, Jardel jogou na Turquia. A veia goleadora manteve-se? 22 golos em 24 jogos falam por si...
Depois de Alvalade, o zero passou a ser o número de golos apontados mais habitual na carreira de Jardel... Talvez isso justifique porque é que um dos maiores avançados de sempre que actuaram na Europa, tenha chegado um dia a jogar em clubes como o Ancona, Anarthosis, United Jets ou Al-Taawon.

Memória

Digam lá, este senhor não merece um jogo de homengem pelo FC Porto??
Ele é, certamente, um dos melhores avançados que já vestiu a camisola do Futebol Clube do Porto.

Isto é brincadeira, não é?!

Novo equipamento alternativo de Portugal:











(retirado de maisfutebol.iol.pt)







domingo, 26 de fevereiro de 2012

Golos

Golos do jogo FC Porto 2-0 Feirense:

1º Golo


2º Golo

Já está!!! Recuperados 5 pontos e a liderança...


A dois ritmos, separados pelo intervalo, e a dois golos, apontados por Maicon e James, o campeão retomou o seu lugar natural. De novo na condição de líder, depois de um jogo de paciência e posterior aceleração, que incluiu o desperdício de uma grande penalidade, o FC Porto desmontou a resistência feirense e apresentar-se-á na Luz na condição que melhor lhe assenta. É outra vez primeiro.
Com a reocupação do primeiro lugar ao alcance de um golo, o campeão procurou a vantagem desde o primeiro instante, mas preferindo um processo de paciência e método, que então ficou a dever algo ao génio e muito à velocidade. Não sendo total, o assalto foi gerido num ritmo intermédio, mas persistente, procurando gerar e detectar falhas na estratégia ultradefensiva do opositor, que encurtava espaços na aproximação extrema das linhas, ao ponto de gerar a sensação de que uma não era muito mais do que a extensão da outra.
É, no entanto, errado concluir que o Feirense se limitou a ver jogar. Também jogou, mas mantendo como prioridade negar a essência do jogo. Aos poucos, Hulk redescobriria espaço. Para si e para Janko, que deixava de ser a única referência na área adversária. Dois remates cruzados do brasileiro falharam o alvo por pouco e os devidamente enquadrados esbarraram na inspiração de Paulo Lopes, que negou a James a mais flagrante oportunidade de golo, já com o intervalo a chegar.
A segunda parte começou como acabara a primeira: com o guarda-redes do Feirense a evitar a vantagem portista. Agora, a remate de Janko, à meia-volta e a cruzamento de Alvaro. O assédio obedecia então a outro balanço e não tardou muito para o holandês voltar a ter tudo para marcar, cabeceando com tudo mas sem êxito. Na alucinante sucessão de oportunidades, Hulk teve a bola na marca de penálti, mas falhou a transformação, enquanto Paulo Lopes reforçava a condição de uma das figuras da noite.
Da falta óbvia sobre Janko, sancionada com o merecido castigo máximo, não resultou golo, mas redundou na correspondente expulsão de Luciano, dado que acentuaria a torrente ofensiva dos Dragões. Na verdade, o final tinha sido simplesmente adiado, para ser escrito no espaço de cinco minutos, o tempo que mediou entre o primeiro e o segundo golo do novo líder, que retomou o seu lugar, depois dos golos de Maicon e James. O primeiro pelo central, de cabeça, o segundo a remate do avançado, ainda que desviado no corpo de um adversário. Aos 67 e aos 72 minutos. E tinha sido James a assistir Maicon, ao cobrar um livre na esquerda.
Num final já bem longe de fazer justiça à produção atacante dos Dragões, o FC Porto partilhava, com a vantagem de deter a melhor diferença entre golos marcados e sofridos, a primeira posição com o Benfica, o adversário de sexta-feira, com quem divide o melhor ataque da prova, mas apresentando um registo defensivo de menos três golos sofridos.

FICHA DE JOGO

FC Porto-Feirense, 2-0

Liga, 20.ª jornada
26 de Fevereiro de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 34.229 espectadores

Árbitro: João Ferreira (Setúbal)
Árbitros assistentes: Luís Ramos e Pais António
Quarto árbitro: André Gralha

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Lucho e João Moutinho; Hulk (cap.), Janko e Varela
Substituições: Varela por James (29m), Sapunaru por Djalma (66m) e João Moutinho por Defour (77m)
Não utilizados: Bracali, Rodríguez, Alex Sandro e Otamendi
Treinador: Vítor Pereira

FEIRENSE: Paulo Lopes; Pedro Queirós, Varela, Luciano (cap.) e Serginho; Sténio e Cris; Miguel Pedro, Hélder Castro e Diogo Cunha; Buval
Substituições: Miguel Pedro por Bamba (71m), Diogo Cunha por Fonseca (77m) e Cris por Thiago Freitas (85m)
Não utilizados: Douglas, Anderson, Stopira e André Fontes
Treinador: Quim Machado

Ao intervalo: 0-0
Golos: Maicon (67m) e James (72m)
Cartão amarelo: Miguel Pedro (42m), Hélder Castro (44m), Fonseca (78m)
Cartão vermelho: Luciano (57m)

Falhanços do Incrível

Antes da habitual crónica, gostava de realçar os falhanços do suposto "Incrível", pois nos últimos jogos de incrivel não tem tido nada.

Lendas: Teófilo Cubillas

Num hipotético panteão nacional peruano com lugar para apenas cinco heróis nacionais, o argentino José de San Martin e o venezuelano Simón Bolívar, responsáveis pela independência peruana teriam um óbvio lugar de destaque. Tupac Amaru II - último resistente inca contra a ocupação espanhola e Mário Vargas Llosa - Prémio Nobel da Literatura 2010, seriam incontornáveis. E por último, o quinto e último lugar seria para o mais amado "negrito" da nação andina: Teófilo Juan Cubillas Arizaga, o Pelé peruano.
A selecção Nacional peruana qualificou-se por quatro vezes para o Campeonato do Mundo, a primeira em 1930, por convite, as outras três (1970, 1978, 1982) por culpa de Teófilo Cubillas.
Nesse período dourado da história do futebol peruano a «Blanquirroja» apurou-se duas vezes para os quartos-de-final do mundial e Cubillas apontou 10 golos que o tornaram um dos maiores goleadores da história dos mundiais.
Conhecido por "el Nene" (o Bebé), Cubillas nasceu em Puente Piedra, Lima, a 8 de Março de 1949. Aos 16 anos começou a carreira no Alianza Lima, e cedo despontou como uma referência do grande clube da capital ao serviço do qual foi o melhor marcador do campeonato em 1966 e 1970.
Depois de um mundial fantástico (México 1970) onde apontou golos em todos os jogos, tendo inclusive bisado numa partida, foi considerado um dos melhores jogadores da competição e o próprio Pelé considerou que Cubillas era o seu provável sucessor. Dois anos depois, recebeu o prémio atribuído ao melhor jogador da América do Sul e foi o melhor marcador da Taça Libertadores.
Em Julho de 1973 deu o salto para a Europa e assinou pelo Basel da Suíça. Mas duraria pouco tempo a sua experiência helvética, desanimado que estava com o amadorismo do Campeonato e com a vida que levava em Basileia. Não estranhou que no verão seguinte mudou-se de armas e bagagens para a cidade invicta onde vestiu a camisola azul-e-branca do FC Porto a troco de 5600 contos pelo passe e 125 contos por mês – uma fortuna para a época - durante três épocas.
As suas portentosas exibições e os golos apontados ao serviço dos dragões fizeram de Cubillas um ídolo da massa associativa do clube, rivalizando com Eusébio e Yazalde em popularidade. Em 1977 decidiu voltar a casa e ao seu Alianza Lima onde conquistou o bicampeonato.
Antes, em 1975, Cubillas foi fundamental na caminhada do Peru na Copa América, ao apontar um golo decisivo para eliminar o Brasil nas meias-finais. Na finalíssima em Caracas na Venezuela, não apontou nenhum golo, falhou inclusive uma grande penalidade, mas finalmente viu a sua selecção erguer um grande troféu.
No mundial da Argentina 78 volta a brilhar com a camisola da selecção e volta a levar os peruanos até aos quartos-de-final, para caírem no grupo final de acesso à final com uma derrota com a equipa anfitriã.
Quatro anos depois, em Espanha, os objectivos peruanos passavam por fazer uma surpresa. Um grupo com italianos, camaroneses e polacos abria as expectativas ao combinado andino, porém dois empates e uma derrota pesada com a Polónia (1x5) enviaram o Peru para casa muito mais cedo do que esperava. Cubillas abandonou a selecção e desde esse dia o Peru nunca mais se qualificou para um Campeonato do Mundo.
Abandonada a «blanquiroja» Cubillas jogou até 1989, ora pontificando em clubes da Florida (E.U.A.) como os Fort Lauderdale Strikers ou Miami Sharks, ora regressando ao seu amado Alianza Lima.

"Dragona" do mês - Micaela Reis

Este novo espaço dedica-se a mostrar fotos das adeptas portistas mais "sexys". Mulheres, não entendam que este espaço é uma falta de respeito pelo sexo feminino, pois não o é, pelo menos essa não é a minha intenção.

Micaela Reis - Miss Angola

FC Porto goleia Benfica em junióres

Mesmo entrando num sempre esperado clássico a contar para o Nacional de Juniores, o Benfica foi goleado em mais uma partida da Fase Final da prova disputada em Gaia ante o FC Porto, que se superiorizou com clareza aos encarnados nu duelo em sub-19 que apresentou futebol adulto e um triunfo justo por parte dos dragões.
Desde o início do encontro até ao seu final o FC Porto controlou claramente o rumo do encontro com uma exibição a roçar a perfeição que colocou o Benfica em constantes dificuldades a cada momento do encontro, obtendo um 3-0 conseguido com naturalidade no resultado, acabando por impressionar a concentração e maturidade patenteada a cada momento pela equipa da casa.
A diferença entre águias e dragões foi bem evidente, ainda que tamanha disparidade exibicional não fosse expectável pela diferença entre as entradas de ambas as equipas em competição, no caso dos azuis-e-brancos sempre sob o signo da derrotas até ao terceiro encontro da Fase Final.
Cedo os dragões chegaram ao 1-0 num disparo atirado ainda no exterior da área a partir dos pés de Ricardo Alves, tendo o Benfica apenas conseguido sair de forma apoiada para o seu ataque aos 17 minutos por Sancidino Silva num remate à figura ao qual o dragão conseguiu ripostar aos 25 minutos por Thibaut Vion para um alívio de cabeça na conclusão de uma meia hora com tonalidade azul-e-branca, ainda que as águias tenham procurado impor-se com ataques concisos como aos 35 minutos.
A defensiva portista respondeu sempre de forma afirmativa, juntando-se aos restantes sectores de cariz atacante que aos 36 minutos obrigou Hélder Costa a mostrar um bom posicionamento defensivo perante um contragolpe perigoso, tendo após o descanso a partida conhecido um decréscimo de ritmo a todo o campo, fechando-se as contas do marcador a partir de dois movimentos rápidos levados pelas alas para se sentenciar o encontro numa parceria entre Thibaut Vion e Enoch Ebo.
Os encarnados não lograriam sequer marcar depois de um golo do francês e outro do ganês com ambos os atletas a assistirem-se e a garantir o papel de figuras para assegurar o segundo e terceiro golos da tarde para o FC Porto.

FICHA DE JOGO Campeonato Nacional de Juniores – Fase Final – 3ª jornada
Futebol Clube do Porto 3-0 Sport Lisboa e Benfica
Data: 25 de Fevereiro de 2012
Hora: 15 h
Local: Centro de Estágios Olival/Crestuma – Vila Nova de Gaia
Árbitro:
Augusto Costa

FUTEBOL CLUBE DO PORTO: Aldo Monteiro ‘Kadú’; André Teixeira, Hugo Basto, Tiago Ferreira e Rafael Floro; Ricardo Alves (Paulo Jorge Pereira, 83 min.), Mikel Agu e António Carvalho ‘Tozé’; Fábio Martins (Gonçalo Paciência, 80 min.), Thibaut Vion (Leandro Silva, 76 min.) e Ebo.
Suplentes não Utilizados: Elói Silva, Lima Pereira, Fredéric Maciel ‘Fred’ e Adriano Castanheira
Treinador: Rui Pedro Gomes

SPORT LISBOA E BENFICA: Bruno Varela; Ivan Cavaleiro, Bernardo Lopes, Fábio Cardoso e Daniel Martins ‘Chapas’ (Luciano Teixeira, 56 min.); Diego Lopes, Paulo Teles (João Teixeira, 71 min.) e André Gomes; Sancidino Silva ‘Dino’ (João Mário Fernandes, 65 min.), Carlos Dias ‘Cafú’ e Hélder Costa.
Suplentes não Utilizados: José Costa, Rudinilson Silva ‘Rudy’, João Cancelo e Miguel Herlein
Treinador: João Tralhão

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Ángel Reyna a caminho do Dragão

Fonte próxima do FC Porto garantiu ao blogue "FC Porto - A Vencer desde 1893" que o mexicano de 27 anos, Ángel Reyna, estará a caminho da cidade Invicta. O prodigioso médio que foi considerado o melhor jogador do Clalsura 2011 já terá acordo quase celado com os Dragões. O Porto pagará 8 milhões pelo jogador.
Atualmente joga no Monterrey, emprestado pelo America.

Dragões pescam na Bélgica

Hoje a imprensa belga noticiou o interesse do FC Porto em dois destaques desta liga.
Um deles é o argentino Matías Suaréz. Segundo os mesmos o Porto estaria na disposição de pagar cerca de 6 milhões pelos serviços do jovem de 23 anos, que se tem destacado muito também na Liga Europa, onde é o melhor marcador.
O outro jogador é o português Rudy, que saltou das divisões secundárias portuguesas para a ribalta belga. Os azuis-e-brancos estariam na disposição de pagar cerca de 2 milhões pelo avançado do Cercle Brugue.
Notícias a confiramar.